União Parlamentar do Vale do Teles Pires se reúne com a bancada mato-grossense

Os vereadores que compõem a União Parlamentar do Vale do Teles Pires, entidade formada pelos presidentes de Câmara dos 16 municípios da região, se reuniram na tarde desta quarta-feira (14), com a bancada mato-grossense.

O vereador Jiloir Pelicioli (Mano – PDT) é o representante do Legislativo de Lucas do Rio Verde e vice-presidente do grupo, que tem como coordenador, o presidente da Câmara de Sorriso, vereador Cláudio Oliveira.

De acordo com o presidente Cláudio Oliveira (PR), o objetivo da reunião com os deputados e senadores mato-grossenses, é apresentar uma pauta de reivindicações dos municípios da Região Médio-norte.

Entre as necessidades apresentadas, estão a duplicação da BR 163, melhorias na área de telefonia e internet, recursos para a saúde, a transformação do Regional de Sinop em hospital universitário e a regularização fundiária.

“São 16 municípios que estão aqui representados, mais de 500 mil habitantes. Estamos aqui para pedir o apoio para as necessidades da nossa região, que é uma região produtora, que faz muito pelo estado”, ressaltou Oliveira.

Os deputados e a senadora Selma Arruda (PSL) se comprometeram em discutir a pauta e destinar recursos por meio de emenda parlamentar, para a saúde e a regularização fundiária.

O vereador Mano ressaltou a importância da união dos vereadores da região, na busca por soluções para os problemas que afetam toda a população dos municípios.

E citou a necessidade de instalação de um centro de ressonância magnética no Regional de Sorriso, para que possa atender toda a região, evitando que pacientes de Alta Floresta tenham que se deslocar até Cuiabá para fazer o exame.

“Nós precisamos nos organizar e pensar nas soluções de forma coletiva. Com o apoio da bancada podemos resolver o problema, com um custo menor e sem o sofrimento que os pacientes têm que passar viajando nessa BR.”

Sobre a 163, o deputado federal Neri Geller (PP) explicou que a concessão com a Rota Oeste deve ser rescindida nos próximos dias e que a concessionária continuará fazendo a manutenção, até a realização de uma licitação.

“Não é o que nós gostaríamos de ouvir, preferíamos pagar o pedágio e ter a duplicação da rodovia, mas, infelizmente, isso não aconteceu. A melhor coisa foi o acordo amigável, porque, se não tivesse ocorrido, o Dnit teria de pegar a rodovia de volta e o Dnit, não tem estrutura para manter a BR.”

 

Ascom/Marcello Paulino